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segunda-feira, 22 de março de 2010

COMO INTERPRETAR DESENHOS INFANTIS

O significado dos

Desenhos Infantis

Fomentar o desenho nas crianças significa favorecer a sua aprendizagem, diverti-las, conhecer melhor a sua evolução, o seu caráter e como se sentem em cada momento. Sobretudo é fundamental quando a criança não sabe ainda muito bem como expressar-se.

Desde o momento em que o recém nascido abre os olhos para a vida, rodeia-o um mundo de cor. Brancos e negros para começar, e a seguir vermelhos, amarelos, laranjas, rosas, violetas, todo o arco íris brinca com a criança, repartindo-se entre os lençóis e o berço, os brinquedos e a roupa. Inconscientemente inundamos de cor o quarto do bebê. Começamos assim a abrir-lhe a porta que dá passo ao mundo da criatividade e da fantasia.

Tudo isto contribui para a gestação do seu modo de expressão, fundamental nos primeiros anos, e chegará um dia, quando tiver os seus dois anos, em que apenas seja capaz de segurar o lápis, em que um impulso vital levará a criança a deixar sobre o papel (mas não só) a sua marca A criança iniciou-se no desenho, e a sua evolução ajudar-nos-á a conhecê-la ainda melhor.

Existe um sem número de materiais, de presentes obrigatórios que devemos oferecer aos menores sempre que seja possível. Papel, pintura para pintar com os dedos, têmperas, lápis de cera e marcadores grossos enquanto são pequenos, deixando os lápis para mais tarde. Deixemos que pintem com os dedos - as mãos e o corpo são o melhor meio de que dispõem para se expressarem livremente. Devemos ser prudentes com a interpretação dos rabiscos infantis, e não conferir uma importância excessiva ao seu sentido.

Os desenhos das crianças permitem-nos conhecê-las e ajudá-las na difícil tarefa de crescer e de aprender o que é o mundo. Através deles as crianças expressam as suas preocupações e os seus sentimentos mais íntimos. Os seus desenhos contam-nos tudo. Quando as crianças são pequenas, a sua linguagem gráfica é muito mais rica e expressiva do que o que lhes permite a sua linguagem oral precária. Querem descobrir-se perante nós, assenhorear-se do mundo. Para ajudá-las, nada melhor do que convidá-las a desenhar.

Com um pouco de intuição e umas pautas muito simples, podemos interpretar o que querem dizer com os seus desenhos. Entre todos os temas possíveis, o da família é o que melhor reflete o mundo em que as crianças se movem, e onde centram as suas vivências. É o tema do desenho infantil mais comum e mais representativo.

PAUTAS QUE AJUDAM A INTERPRETAR OS DESENHOS:

1) A criança começa por desenhar a personagem que mais valor tem para ela, colocando-a à esquerda. Esta é a figura maior, perfeita e detalhada.

2) Rejeição a algum membro da família: elimina a personagem do desenho, pinta-a menor ou pior que as restantes, colocam-a numa esquina, atrás da janela ou por baixo do resto da família.

3) Rabiscos suaves e curvas revelam uma criança feliz e contente.

4) Traços curtos, retos e angulares indicam que a criança não se encontra bem.

5) Borrões e manchas sobre as figuras indicam possíveis conflitos.

ETAPAS CRIATIVAS:

1) De 1 a 2 anos: rabiscos sem controlo, traços impulsivos e descontrolados.

Não pretendem significar nada.

2) De 2 a 3 anos: traço circular e controlado unido à voz da criança que nos explica o que é.

3) De 3 a 4 anos: aparecem os cabeçudos (cabeça e duas pernas) a eu vai depois acrescentando os olhos, a boca, as orelhas, o cabelo.

4) De 4 a 5 anos: pinta o que vê e o que deseja. Representa-se a si mesma.

5) De 5 a 7 anos: aperfeiçoa o traço e as formas, interessa-se pelas coisas que a rodeiam e retrata-as sobre o papel.

Autora: Rebeca Fernández Quintana

Fonte: http://www.imaginarium.pt/contenidos/contenido?metodoAction=detalleContenido&idContenido=643

MODELOS DE BILHETES E RECADOS PARA AGENDA








quinta-feira, 18 de março de 2010

MANUTENÇÃO NO BLOG

Estou fazendo algumas manutenções no blog e gostaria de pedir desculpas e paciência aos meus leitores, pois logo, logo ficará bacana. Para sugestões, mandem-me por e-mail.

Um forte abraço para todos!!!

terça-feira, 16 de março de 2010

ESCOLA DIGITAL

Karina Paz Pereira Alves[1]



Compartilho as informações mais importantes da palestra ministrada pelo Prof. Dr. José Manuel Moran, Doutor.em Ciências da Comunicação,sobre o tema: “Novos cenários educacionais no Brasil”. A palestra foi proferida em 20.10.2008, no CIEE.

Atualmente a educação escolar visa principalmente ao lado intelectual e o professor, na maioria das suas ações, apenas informa. Essa estrutura perdura por muitos anos, mas hoje já não traz mais resultados porque o lado humano, os valores foram esquecidos, excluiu a realidade e fragmentou o conhecimento (escola analógica).

Com o advento das mídias e das tecnologias, as escolas adaptaram suas grades curriculares, algumas escolas montaram laboratórios de informática, mas o principal não fizeram: modificar o olhar do professor que de “informador” deveria passar a ser “orientador”. “A transição da escola analógica para a escola digital não significa que o professor levará os alunos para o laboratório sem um propósito significativo ou usará o método ‘power point’ em todas as aulas, mas sim um aluno que é pesquisador e não ouvidor de aulas, que por conseqüência terá uma aprendizagem mais significativa tornando-se autônomo, capaz de fazer suas próprias escolhas e com mais liberdade”.
Primeiramente é preciso adaptar-se às mudanças, perceber que não há mais espaço para a escola analógica e nem para o professor informador e perceber que, por meio da educação (escolar e familiar), o aluno deverá aprender a fazer escolhas significativas, apreender de forma integrada e saber interagir afetivamente. Por isso é importante inserir na aprendizagem o lado emocional, a ética (contextualizando e aprofundando os valores, nas diversas visões de mundo)

e, por último, na realização profissional, de tal forma que o aluno perceba que seu trabalho tem significado.

Com relação às ferramentas proporcionadas pelas novas tecnologias, a educação caminha para uma “comunicação fácil, audiovisual, flexível em que é possível vermos e ouvirmos, perto ou longe”, em que qualquer pessoa poderá acessar a web ou interagir frequentemente conferência e cursos on-line.

É uma “integração profunda entre o mundo físico e o virtual-digital” baseada em um projeto pedagógico bem elaborado, direcionado e focado para o lado humano.

Há uma movimentação muito maior do que se percebe, a cidade se transformará em uma “cidade educadora digital”, pois não há como a escola resolver os problemas emocionais, morais e intelectuais sozinha.
O Prof. Moran ressalta que a escola será “multiespacial” e “multitemporal”, portanto é preciso estar preparado para ela, assim o “estar conectado” representa poder estudar em qualquer lugar e fazer do estudo algo seqüencial, ilimitado, indo além da sala de aula.

Em conseqüência dessas modificações, os cursos deverão ser semi-presenciais, na sua maioria ministrados a distância, nos quais o aluno poderá aprender onde quiser e no momento em que achar conveniente.

Será uma tarefa muito difícil e lenta, ainda mais por vivenciarmos o período de transição sem termos a certeza, com um “método” específico a ser seguido. É preciso transformar-se para fazer parte deste todo. Assim alunos e professores serão parceiros e a aprendizagem de fato será mais significativa:

“Nosso papel é de transição de uma escola que temos em nosso DNA para esta que ainda está em construção”, diz Moran.

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[1] Aluna graduada em Filosofia – Licenciatura Plena, cursando 4º Semestre do Curso de Pedagogia – Licenciatura Plena.

BORDAS PEDAGÓGICAS




CALIGRAFIA

Glitter Words



Glitter Words

domingo, 14 de março de 2010

CARTAZES DE BOAS MANEIRAS




Mais Cartazes de Boas Maneiras VISITE http://amigasdaedu.blogspot.com/2009/10/cartazes-palavrinhas-maginas-prontos.html