recadosparablogseorkut.com



Semana

MÚSICAS QUE GOSTO DE OUVIR...


ClicKut.com.br

SER PROFESSOR É...

100 Formas de mostrar às crianças que você se importa

Mostrando postagens com marcador TEXTOS PARA REUNIÃO DE PAIS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TEXTOS PARA REUNIÃO DE PAIS. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

OS DEZ MANDAMENTOS DOS DEVERES DE CASA



1. Jamais faça a lição por seu filho ou permita que outros o façam (avós, empregada, irmão mais velho, amigo). Tenha clareza de que a lição é de seu filho e não sua, portanto, ele tem um compromisso e não você. Deixe-o fazendo a sua tarefa e vá fazer algo seu. Ele precisa sentir que o momento da tarefa é dele.

2. Organize um espaço e um horário apropriados para ele fazer as tarefas.

3. Troque idéias ou formule perguntas para ajudar no raciocínio, mas só se for requisitado. Não dê respostas, faça perguntas, provoque o raciocínio.

4. Oriente, a correção fica a cargo do professor. Importante: não vale apagar o erro de seu filho. Quem deve fazer isso é o professor. Aponte os erros (torne o erro construtivo).

5. Diga "tente novamente" diante da queixa. Refaça. Recomece. Caso seu filho perceba que errou, incentive-o a buscar o acerto ou uma nova resposta. Demonstre com exemplos que você costuma fazer isso. Nesse caso, valem os itens anteriores para reforçar este.

6. Torne o erro construtivo. Errar faz parte do processo de aprender (e de viver!). Converse, enfatizando a importância de reconhecermos os nossos erros e aprendermos com eles. Conte histórias que estão relacionadas a equívocos.

7. Lembre-se de que fazem parte das tarefas escolares duas etapas: as lições e o estudo para rever os conteúdos. As responsabilidades escolares não findam quando o aluno termina as lições de casa. Aprofundar e rever os conteúdos é fundamental.

8. Não misture as coisas. Lição e estudar são tarefas relacionadas à escola. Lavar a louça, arrumar o quarto e guardar os brinquedos são tarefas domésticas. Os dois são trabalhos, no entanto, de naturezas diferentes. Não vincule um trabalho ao outro, e só avalie as obrigações domésticas.

9. Não julgue a natureza, a dificuldade ou a relevância da tarefa de casa. A lição de casa faz parte de um processo que começou em sala de aula e deve terminar lá. Se você não entendeu ou não concordou, procure a escola e informe-se. Seu julgamento pode desmotivar seu filho e até mesmo despotencializar a professora e, conseqüentemente, a tarefa de casa e seus objetivos.

10. Demonstre que você confia em seu filho, respeita suas iniciativas e seus limites e conhece
suas possibilidades. Crie um clima de camaradagem e consciência na família, mas não deixe de dar limites e ser rigoroso com os relapsos e irresponsabilidades.

Isabel Cristina Parolin, autora do livro Pais Educadores

- É Proibido Proibir? - Ed. Mediação



segunda-feira, 8 de junho de 2009

TEXTOS PARA REFLEXÃO - II


“A LIÇÃO DO CARVÃO”


O pequeno Zeca entra em casa após aula batendo forte os seus pés no assoalho, e seu pai que ia ao quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama seu filho para uma conversa...
Zeca de oito anos de idade acompanha-o desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
__Pai, estou com muita raiva, porque o Juca não deveria ter feito isso comigo. Desejo tudo de ruim para ele. Quero matar esse cara!
Seu pai, um homem simples, mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
__O Juca me humilhou na frente de dois amigos e eu não aceito isso. Eu gostaria muito que ele ficasse doente sem ir para a escola.
O pai escutou tudo calado, enquanto caminhava até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou calado. Zeca vê o saco aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer alguma pergunta, o pai lhe propôs algo:
__Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amigo Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa até o último pedaço e depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mão a obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora havia se passado e o menino terminou a tarefa. O pai, que espiava tudo de longe se aproximou do menino e lhe perguntou:
__Filho, como está se sentindo agora? E o menino respondeu:
__Estou cansado, mas estou alegre, porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olhou para o menino, que ficou sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhosamente lhe falou:
__Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanhou o pai até o quarto, que lhe colocou em frente a um espelho onde podia se ver o corpo inteiro. O menino levou um susto, pois só conseguia enxergar seus dentes e seus olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente:
__Filho, você viu que a camisa quase não ficou suja, mas olhe só para você. O mal que deseja aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com os nossos pensamentos, a borra, os resíduos, as fuligens ficam em nós mesmos.


Reflexão:

Cuidado com seus pensamentos, pois eles se transformam em palavras;
Cuidado com suas palavras, pois elas se transformam em ações;
Cuidado com suas ações, pois elas se transformam em hábitos;
Cuidado com seus hábitos, pois eles mudam seu caráter;
Cuidado com seu caráter, pois ele controla seu destino.

TEXTOS PARA REFLEXÃO - I


“FAMÍLIA”


Eu estava correndo e de repente um estranho trombou em mim:
_ Oh, me desculpe por favor! – foi a minha reação.
E ele disse:
_ Ah, desculpe-me também, eu simplesmente nem te vi!
Nós fomos muito educados um com o outro, aquele estranho e eu. Então, nos despedimos e cada um foi para o seu lado. Mais tarde naquele dia, eu estava fazendo o jantar e meu filho parou do meu lado tão em silêncio que eu nem percebi. Quando eu me virei, tomei o maior susto e lhe dei uma bronca.
_ Saia do meu caminho filho!
E eu disse aquilo com certa braveza. E ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido. Eu nem imaginava como havia sido rude com ele. Quando eu fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me dizendo:
_ Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou! Mas seu filho, a criança que você ama, você nem se quer se preocupou com isso! Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta. São flores que ele trouxe para você. Ele mesmo as pegou; a cor-de-rosa, a amarela e a azul. Ele ficou quietinho para não estragar a surpresa e você nem viu as lágrimas nos olhos dele.
Nesse momento eu me senti pequena. E agora, o meu coração era quem derramava lágrimas. Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.
_ Acorde filhinho, acorde. Estas são as flores que você pegou para mim? – ele sorriu e disse:.
_ Eu as encontrei embaixo da árvore. Eu as peguei porque achei tão bonitas como você! Eu sabia que você iria gostar especilamente da azul.
Então a mãe respondeu:
_ Filho, eu sinto muito pela maneira com agi hoje. Eu não devia ter gritado com você daquela maneira.
E o filho respondeu:
_ Ah, mamãe, não tem problema, eu te amo mesmo assim!
A mãe respondeu:
_ Eu também te amo. E adorei as flores, especialmente a azul.



Reflexão:

Você já parou para pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para qual trabalhmos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias. Mas as pessoas que nos amam, a família que deixamos para trás, os nossos filhos, sentirão essa perda para o resto de suas vidas. E nós raramente paramos para pensar nisso. Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes que nossa família, que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do que realmente estamos perdendo. Perdendo tempo de sermos carinhosos, de dizer um “Eu te amo”, de dizer um “obrigado”, de dar um sorriso, ou de dizer o quanto cada pessoa é importante para nós. Ao invés disso, muitas vezes agimos rudimente, e não percebemos o quanto isso machuca os nossos queridos.
A família é o nosso maior bem!